Qual é a verdadeira rivalidade na NBA?

Desde 2010, nós vemos um jogador disputar todas as Finais da NBA: LeBron James. O ala do Cleveland Cavaliers disputou as Finais de 2011, de 2012, de 2013 e de 2014 com o Miami Heat (sendo campeão em 2012 e 2013) e, nos 3 anos seguintes, com o Cleveland Cavaliers (campeão em 2016). Era difícil alguém tirar o posto de melhor jogador de basquete do mundo do tri-campeão da NBA já que não encontravam um adversário a altura dele. Mas de uns anos para cá, Kevin Durant vem tentando tirar LeBron do trono.

Desde que os dois estão na NBA, eles se enfrentaram 29 vezes, sendo que LeBron tem um saldo mais positivo de vitórias contra KD (19 a 10). Mas desde a ida de Durant para o Warriors na temporada passada, o ala do Golden State está na frente (6 a 3). E com esses duelos que o Cavs e o Warriors vêm tendo desde 2015, a rivalidade entre LeBron James e Kevin Durant deve entrar para história, se juntando a muitas outras que já aconteceram, como Larry Bird e Magic Johnson e Bill Russell e Wilt Chamberlain.

E a partida do Natal foi uma prova dessa rivalidade. Um mês depois de afirmar que estava “no mesmo nível” de LeBron, Kevin Durant fez jus a suas palavras. Nos momentos finais do jogo, o ala do Warriors desarmou o ala do Cavaliers no momento que o time da casa vencia por 95 a 92 (a partida acabou 99 a 92 pro Warriors). LeBron depois reclamou que Durant tinha cometido falta nele no lance. Durant discordou de LeBron ao dizer que LeBron é grande demais para reclamar desse lance, mas o fato comprovado depois pela NBA após o fim da partida, e Durant cometeu falta em LeBron.

Após o final de tudo, Durant disse que existe “um respeito mútuo” entre eles. “Eu não vou destruí-lo e ele nem vai me varrer do mapa. Se trata apenas de dois homens tentando vencer”, disse Durant. LeBron ainda lembra da “rivalidade” com Russell Westbrook, Kawhi Leonard e James Harden. Porém, a briga dentro de quadra entre Durant e LeBron parece ser maior do que a rivalidade entre Golden State Warriors e Cleveland Cavaliers e eles mesmos dizem que essa “hostilidade” tem tudo para ser uma das maiores da história do basquete mundial.

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