Uma temporada resumida a: “E se o Chris Bosh jogar?”

A 34 dias do início da temporada 2016-17 da NBA, a equipe do Miami Heat é uma das grandes incógnitas para a temporada, fica uma interrogação na cabeça dos fãs e dos jornalistas que acompanham a liga para saber, o que será dessa equipe e até onde ela pode chegar.

Quando a equipe começava a se “recuperar” de ter perdido LeBron James, o time do sul da Flórida sofreu uma perda bem mais significativa nessa offseason, o maior ídolo da história da franquia, Dwyane Wade, resolveu levar seus talentos para sua terra natal e se juntar a Rajon Rondo e Jimmy Butler no Chicago Bulls. Agora sem Wade, com um elenco com uma certa escassez de “estrelas” o que esperar da franquia três vezes campeã da NBA? Muito se fala em um time que irá ficar entre 10º e 13º lugar, porém tem uma frase que vem sendo constantemente repetida: “E se o Chris Bosh jogar?”.

Bosh que é o único jogador remanescente do Big Three, perdeu grande parte da temporada passada devido a um novo problema com coágulos sanguíneos, porém nessa temporada pode ser que o jogador volte a atuar, fazendo uso de um anti coagulante, que seria aplicado no jogador e após oito horas seria expelido de seu corpo, o que impossibilitaria o mesmo de disputar os jogos em seguida também conhecidos como back-to-back.

Caso o ala-pivô de 32 anos volte a jogar, pode ser que a equipe torne-se uma candidata a briga pela oitava vaga da pós temporada, porém, mais do que uma chance de playoffs, a presença de Chris Bosh seria de suma importância para ajudar nos momentos decisivos e para ser um mentor dos jovens talentos da equipe. Bosh caso esteja apto a jogar deve ser o cara que vai receber a bola nos momentos decisivos, aquele no qual grande parte das jogadas serão feitas para ele.

Porém também existe a possibilidade de Chris não atuar pela equipe, isso tiraria bastante chances da equipe tentar brigar por algo, já que conta com um elenco não tão forte visto alguns adversários de conferência, além de ter alguns garotos que ainda não tem tanta experiência e precisariam de uma figura mais talentosa e ativa em quadra para ajudar no crescimento dos mesmo na liga. Por mais que o armador da equipe tenha uma determinada experiência, acredito que Goran Dragic não tenha o “cacife” para administrar um nervosismo em conjunto de um elenco jovem e “inexperiente”, porém pode ser que o rendimento de Dragic seja maior essa temporada, já que sem Wade o esloveno deve demandar mais a bola nos momentos de ataque, porém a presença ou ausência de Bosh podem influenciar demais no psicológico e principalmente no rendimento da equipe.

Podemos afirmar que após 13 temporadas com Wade “segurando as pontas”, a equipe de Miami agora vai precisar muito de Chris Bosh para assumir esse papel, caso o time não possa contar com o mesmo, terá que se desdobrar para ao menos alcançar uma vaga nos playoffs.

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