Que ginásio da Big Ten é o mais difícil de se jogar?

Como o College Basketball vai demorar mais um pouquinho para começar, decidi fazer uma série de lista em que mostro qual ginásio de cada conferência é o mais difícil de se jogar. Uma série de fatores pode influenciar nesse ranking, hoje vamos falar sobre os ginásios da conferência Big Ten. Vamos para a lista?

10. Ohio State Buckeyes: Value City Arena, inaugurado em 1998

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Ohio State teve o seu melhor momento quando se mudou para Value City Arena, na época o ginásio não era um grande fator decisivo para as vitórias de Ohio, vale lembrar que o treinador Thad Matta poderia provavelmente ganhar jogos de basquetebol em um hangar de avião da Europa de Leste abandonada se quisesse.

Mas em 2010-11, quando os principais programas da universidade começaram a aparecer com grande destaque, OSU atendeu aos fãs e estudantes. A universidade realocou os assentos para que os estudantes sentassem atrás do banco de reserva e com isso aumentou a atmosfera do ginásio.

Curiosidade: OSU projetou sua casa atual com um olho para o futuro do seu programa. Na última temporada, a equipe levou uma média de 19.000 espectadores ao ginásio, algo bem maior do que a média anterior (13 mil). O nome original do ginásio é: The Value City Arena at The Jerome Schottenstein Center.

9. Iowa Hawkeyes: Carver-Hawkeye Arena, inaugurado em 1983

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Carver-Hawkeye tem grandes altos e baixos em sua história, mas quando os Hawks vão enfrentar um grande adversário, o ginásio se torna um dos lugares mais difíceis de se jogar. Pela sua localização no mínimo interessante, faz com que o barulho e a pressão da sua torcida sejam um fator determinantes em muitos resultados dos jogos.

Curiosidade: A sua característica mais original é que ele reside quase inteiramente no subsolo, em uma “tigela” de concreto esculpido ao lado de uma colina. O ginásio ganhou o American Institute of Architects Honors Award em 1984.

8. Minnesota Golden Gophers: Williams Arena, inaugurado em 1928

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A única razão pela qual Williams Arena não está melhor nesse ranking é porque na temporada passada a equipe não se saiu muito bem. A equipe teve um recorde de 8-23 (2-16 Big Ten) que é um desastre, no entanto, “The Barn” teve uma média de 11.000 presentes por jogo. A dedicação de seus torcedores foi recompensada com um maravilhoso 18 de fevereiro, quando conseguiu uma virada para cima de Maryland. The Barn é um dos locais mais históricos da nação, tão bem concebido que ele permanece na moda agora, como em qualquer ponto nos últimos 90 anos.

Curiosidade: O Minnesota Field House foi construído em 1928, o mesmo ano do famoso Hinkle Fieldhouse de Butler. De 1928 até 1950, Hinkle foi a maior arena do país; depois de uma renovação em 1950 (e a mudança de seu nome), Williams Arena se tornou o maior – um título que manteve até 1971.

7. Illinois Fighting Illini: State Farm Center, inaugurado em 1963

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Durante a breve era de Bill Self e o sucesso inicial de Bruce Weber, o antigo Assembly Hall (que foi renomeado em 2013) foi um dos edifícios mais imponentes no basquete universitário. O Orange Krush, pode ser tão genuinamente engraçado como qualquer no país, embora a inspiração em quadra tem faltado ultimamente.

Curiosidade: Parece uma capsula alienígena.

6. Michigan Wolverines: Crisler Center, inaugurado em 1967

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Em 2007, quando um time visitante se encaminhava para Ann Arbor, era visto de longe que a vantagem do time da casa não seria pouco devido a imponência de seu ginásio. Em uma reforma recente, fez com que os alunos ficassem cada vez mais perto da quadra.

Curiosidade: É chamado como “A Casa que Cazzie construiu,” em honra a Cazzie Russell, duas vezes All-American e do No. 1 de seleção no Draft da NBA 1966. Russell é o primeiro (e único) Wolverine a ter o seu número aposentado nas vigas do Crisler. Outras menções honrosas vão para o lendário treinador da NBA, Rudy Tomjanovich e ex-All-Star, Glen Rice.

5. Maryland Terrapins: Xfinity Centro, inaugurado em 2002

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Em primeiro lugar, o Centro Xfinity não parece ter 14 anos de idade. No momento em que você entra no estacionamento, a ideia de que o prédio foi inaugurado no mesmo ano em que Gary Williams levou Juan Dixon e companhia a um título nacional, parece factualmente impossível. No entanto, é verdade. Também é verdade que os fãs TERPS são tão loucos neste edifício como eram no antigo Cole Field House, uma característica evidente pela onipresença dos alunos nos jogos. Mesmo sendo um lugar “difícil” de se chegar por causa do trafego, os fãs já têm o costume de chegar cedo e se aglomerar do lado de fora.

Curiosidade: O Wi-Fi é muito ruim, mas para ser justo no Verizon Center também é.

4. Purdue Boilermakers: Mackey Arena, inaugurado em 1967

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Mackey Arena tem recebido algumas melhorias significativas nos últimos anos, mas as entranhas do edifício permanecem praticamente inalteradas. Isto é uma coisa boa. Mackey é, como já observado no passado, um grande calabouço. Isso faz que acusticamente, a torcida da casa puna os seus visitantes.

Curiosidade: O ex-jogador de Purdue, Brian Cardinal, está fazendo uma réplica de Mackey Arena em Valparaiso, Indiana. E o melhor, será uma quadra pública.

3. Wisconsin Badgers: Kohl Center, abertos em 1998

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Desde temporada inaugural do Kohl Center, o Wisconsin Badgers ganhou 259 dos seus 298 jogos em sua casa. Considerando que os Badgers perderam cinco jogos em casa durante o atípico recorde de 9-9 no início da temporada passada, quando Bo Ryan se aposentou e Greg Gard assumiu, UW fechou a temporada com uma ascensão de 13-4 e um Sweet 16. É seguro dizer que o Kohl Center preocupa bastante os seus adversários.

Curiosidade: O prédio em si tem o nome de Herb Kohl, ex-senador dos Estados Unidos e magnata do varejo, que doou US $ 25 milhões para sua construção, a maior doação na história do sistema universitário de Wisconsin. Alguns fãs chamam o edifício de “Herb Garden”.

2. Michigan State Spartans: Breslin Student Events Center, inaugurado em 1989

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Olha, é o Michigan State. É o Breslin Center. Você realmente precisa de mais provas? Ok. O recorde do treinador Hall of Fame, Tom Izzo, em 21 temporadas é de 294-38. Isso pode não chegar ao nível de Bill Self, que conquista mais títulos do que perde jogos em casa, mas está bem próximo. E os fãs cada vez mais animados pelo belo jogo praticado por Michigan, fazem o Breslin Center ser um grande caldeirão.

Curiosidade: O piso do Breslin Center é o mesmo sobre a qual os espartanos, liderados por Mateen Cleaves, ganharam o título nacional de 2000.

1. Indiana Hoosiers: Assembly Hall, inaugurado em 1971

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Se isso fosse uma lista dos melhores locais de basquete de Indiana, Hinkle Fieldhouse ganharia. O mais resistente é com certeza Assembly Hall. É absurdamente alto o barulho que seus torcedores fazem, mesmo quando o time não joga bem.

O ginásio de 17.472 lugares, normalmente recebe cerca de 7.800 alunos por noite. Nenhuma configuração no basquete universitário tem mais. Poucos são tão imponentes como esse ginásio.

Curiosidade: Todo mundo se lembra do fantástico arremesso do Christian Watford contra Kentucky e com isso faz com que muitos torcedores esqueçam do jogo de Marco Killingsworth contra Duke.

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