Quem encanta e quem desencanta?

Toronto Raptors

Com aproximadamente 20% da temporada concluída para todas as equipes, já existem subsídios para se comparar o desempenho de atletas, equipes e técnicos em relação as expectativas que foram colocadas sobre eles no inicio da Liga. Mas se nos prendermos demais a imagem que formamos de cada um deles, teremos um resultado muito longe do ideal, afinal de contas nos montamos em sombras durante a pré-temporada, criando ideias abstratas do que pensávamos que iria acontecer no período regular.

Sim, muitas coisas se mostraram como previsto, outras nem tanto, e ainda há aqueles casos que realmente nos surpreenderam; Mas além desse contexto e se tentarmos colocar uma análise semelhante a proposta que um Power Ranking dá aos fãs da liga, pensarmos em quem esta surfando em alta e quem está em surfando em baixa na fotografia daquele momento.

Pois bem é pra isso que essa coluna foi feita, pra dar uma visão mesmo que superficial daqueles jogadores, times e técnicos que se encontram em momentos expressivos sejam para o bem, seja para o mal; Então chega de conversa e vamos ao que interessa…

 

QUEM ENCANTA ?

 Equipe – Toronto Raptors

Ora como começar melhor que com um pouco de ufanismo? Apesar da boa e empolgante estréia dos calouros tupiniquins Lucas Bebê e Bruno Cabloco, eles não tem pouca influencia pra não dizer apenas moral, e de apoio no Gatorade na atual campanha de Toronto na NBA. Quando um time não tem praticamente nenhuma alteração em seu elenco – mesmo que para isso tenha que pagar uma grana suspeita para um agente livre como Greivis Vasquez –, ele se coloca supostamente em uma situação de acomodação segundo o senso comum, mas o que ninguém contava é que o armador dessa franquia era um mini-tanque egocêntrico com compulsão por vencer.

Kyle Lowry vem tendo, mesmo que discretamente, seu nome ventilado em disputas por premiações individuais da temporada, e diga-se de passagem para um antes impensável MVP, inclusive. Mas não só de Lowry se faz um candidato ao Leste, então temos Jonas Valanciunas e Demar DeRozan tendo uma ótima temporada, mantendo ótimos números, e para fechar o quinteto titular Amir Johnson e Terrence Ross que se não são estrelas em ascensão ao menos dão conta do papel que lhes é designado dentro de quadra. E claro o banco, que conta com Greivis Vasquez, Lou Willians, Patrick Patterson, James Johnson e Tyler Hansbrough.

Mas o que faz desse time tão jovem, tão especial ?! é exatamente por esses nomes sem tanta expressão que você acabou de ler que formam um dos elencos mais coesos e homogêneos dos últimos anos da liga, a solidez se estabelece pelo talento ainda jovem, e em evolução, claro ainda possuem buracos a serem preenchidos, mas no fraco lado leste não duvidem de ver uma bola de basquete com 3 garras sendo anunciada nas finais da conferência

Estrela – DeMarcus Cousins

Tudo bem que Anthony Davis é a bola da vez que salta aos olhos de todos na temporada, além dele Marc Gasol e Stephen Curry são monstros que lideram seus respectivos times para a liderança e vice respectivamente da conferencia Oeste. Mas DeMarcus Cousins é alguém que podemos não gostar, mas ele possui um efeito semelhante ao de Anthony Davis, você assiste o jogo ruim do time dele apenas pra ver o que ele vai fazer com o adversário no jogo, e o jogador que foi dado como caso perdido pela família Maloof, antigos proprietários do Kings, e que fora tido como futuro da franquia pelo seu atual dono, o magnata indiano Vivek Ranadivé.

Mas não é sobre eles que queremos falar, e sim sobre o problemático que muitos consideravam um peladeiro e que ao lado de Isaiah Thomas fazia uma das duplas mais egoístas da NBA. Agora, adicione Rudy Gay a esse elenco e você tem 70% dos ataques acabando em um dos dois.

Ora, Isaiah foi embora para Phoenix nesta temporada e Rudy Gay está um ano mais velho, então se o Kings tinha a pretensão de algo na temporada tinham que mandar Cousins fazer aquilo que mais gosta no ataque, pegar a bola de costas pra cesta para usar e abusar de todo seu físico e técnica, e pra ser sincero, não imaginava que ele fosse tão bem na missão, suas médias atuais são de 23.3 pontos, 12.3 rebotes, 1.9 assistências, 1 roubada de bola além de 1.4 tocos com uma eficiência (PER) de 27.2, são números até esperados pra um jogador que é a primeira arma no ataque, mas o que assusta e literalmente faz jus ao titulo desse artigo ao “encantar” é quando vemos como foi o seu rendimento contra os melhores – ou assim tidos – defensores de garrafão da liga.

Joakin Noah, Marc Gasol, Pau Gasol, e Anthony “3.5 blocks per game” Davis. O que o marrento da cidade de Sacramento vem fazendo contra os maiores nomes de big-mans da Liga dá a ele crédito pra ser colocado num virtual top5 na corrida pelo premio de MVP.

O que dirá se isso se legitimará ao final da temporada, será a manutenção a campanha até então razoável de Sacramento, que almeja com reais chances uma classificação emblemática à pós-temporada, e se eles realmente querem isso, Cousins terá que continuar a jogar no atual nível que está apresentando.

 Role Player – Jimmy Butler

É estranho avaliar essa categoria, por diversos fatores, um especial que todos já conhecem: “O que é um Role Player?!”… bem tomei como base pra consideração dessa parte todo jogador que não é, não é mais ou ainda não é considerado uma estrela. Então temos um jogador que foi escolhido na última escolha da primeira rodada do Draft de 2011 e que nas 3 primeiras temporadas na liga vinha tendo números discretos e que tinha a valorização de seu jogo na capacidade de defender no perímetro, mas que nessa temporada começa a flertar com os holofotes da liga, afinal de contas numa equipe que se tem, Derrick Rose (machucado mas está lá), Pau Gasol, Joakin Noah, Doug McDermott e até mesmo Mike Dunleavy Jr que em uma lógica racional seria os principais pontuadores da equipe, o cestinha ser aquele jogador que todos se referiam “e ele é o defensor de perímetro da equipe”.

Vindo com uma média de 20.8Ppg/5.8Rpg/3.4Arp/1.7Spg/0.6Bpg, e apesar de um jogo pífio contra o Brazers , no qual foi literalmente anulado por Nikolas Batum, Jimmy vem tendo não só a melhor temporada de sua carreira, mas também vem sendo o fator diferencial no ataque de Chicago, que mais uma vez carece  de jogadores que sejam capaz de quebrar defesas ou criar o próprio arremesso, enfim, não é esse o papel de Jimmy no elenco, ele vem sendo o finalizador que a dupla Gasol-Noah pediu a Deus pra ter, para seus passes da cabeça do garrafão.

Butler mostrou uma evolução desde a sua mecânica até em sua seleção de arremessos visto em seus números 50.1%FG e 34.8%3PT. Um jogador que ainda não é, e quem sabe se algum dia será considerado em patamares maiores da liga, mas que vem mostrando uma solidez dentro de uma equipe que mais uma vez desfalcada de sua maior estrela precisa de um líder no ataque, e é assim que Jimmy Butler vem mostrando serviço dentro desse ataque do Bulls.

Técnico – Steve Kerr

NUNCA  CRITIQUEI !!! hahaha… brincadeiras a parte, o técnico do Golden State Warriors vem derrubando todas as criticas que se formaram em cima da escolha dele pra substituir Mark Jackson na offseason, colocando o Warriors como uma das franquias mais eficientes dos dois lados da quadra dos últimos tempos da liga, se formos analisar as principais estatísticas teremos o seguinte ranqueamento de Golden State:

Pontos por jogo – 1º

Rebotes por jogo – 5º

Assistências por jogo – 2º

Bloqueios por jogo – 2º

Roubadas de bola – 8º

Não é novidade pra ninguém que na tábua ofensiva, esse time do Warriors tinha um potencial até então adormecido na era Jackson e que estava esperando pra explodir, claro, temos que considerar que o menino Klay Thompson resolveu esfregar na cara de seus críticos que vale cada centavo pago no seu novo contrato, além do fato de que ninguém tira da minha cabeça que a esposa de Step Curry pediu o premio de MVP de presente de casamento, pois só uma mulher pode motivar um homem a jogar nesse nível, o garoto de Davidson College está traduzindo aos espectadores de seus jogos o significado do modo On Fire. Agora na Defesa nós temos aquilo que pode ser chamado uma das atitudes mais ousadas dos últimos tempos da NBA, colocar Andre Iguodala um dos melhores defensores de perímetro que a NBA já viu, começando no banco e comprometendo a lineup titular; mas acontece que o seu substituto Draymond Green vem comendo a bola na defesa sendo o leão tanto do perímetro quanto jogando com o PF no small Ball da equipe, dando a Andre a autonomia pra comandar o segundo esquadrão da equipe azul e dourada, ora o resultado dessa brincadeira, o Warriors tem uma defesa top8, forçando Turnovers top8, e nada mais é do que a equipe que força o menor aproveitamento de chutes de quadra ou de 3pt da liga, sendo 40%FGopp e 30%3PTopp, uma defesa equilibrada que pressiona somada a um ataque rápido conduzido pelo que muitos dizem ser o sucessor de Chris Paul – se já não o for – como maior PG da NBA vem tratorisando seus adversários, e a maior prova disso é a menor média da liga no 4th quarto onde já começa a colocar os reservas da rotação, uma equipe que só não é líder do Oeste por que tem um Memphins a plenos pulmões pela frente, mas que deu um salto impressionante na qualidade nessa temporada, e muito disso se deve ao cara de terno no banco, Steve Kerr é sim o grande responsável pela campanha do Warriors nessa temporada, e se Step estiver com o satanás no corpo como tem sido ultimamente, esse time é candidato ao titulo.

Calouro –Andrew Wiggins

Mentira eu quero falar mesmo é de Bruno Cabloco… rsrs…

Então, vc troca uma estrela consolidada na liga, como números que fazem todos os times o desejarem por um magricelo pulador que nunca jogou uma partida profissional, e mais alguns moleques, e o que vc tem ?! uma das maiores alegrias da sua vida é a resposta. Andrew Wiggins tem mostrado – após a lesão de Kevin Martin até mais –, que pode sim ser o futuro do Minnesota Timberwolves, seu atleticismo, sua intesidade em quadra, são muito para serem traduzidos nas suas até então discretas médias 12.3Ppg/3.6Rpg/1.0Apg/1.6Spg/0.9Bpg ainda longe do ideal que queríamos ver dele, mas que mostra nuances do talento ainda bruto que esta ali esperando pra ser lapidado e transformado num astro da liga. Mas aquilo que mais encanta nesse menino, que mais brilha ao velo jogar, é a sua alegria, um moleque fazendo aquilo que mais gosta, rodeado de amigos que estão aprendendo mesmo que na base da pancada como é dura a vida na NBA, e que estão respondendo com um sorriso aos adversários a cada cesta que fazem numa ponte aérea, esse posto é de Andrew por que ele mais que qualquer outro calouro, é a alma da emoção da NBA que esta renascendo, que vimos em KG, KB, Noah, entre outros mas que com a ascensão de algumas estrelas de perfil mais calmo e sereno, tirou aquela “coisa” especial em se assistir um jogo, e torço pra que em alguns anos, esses sorrisos se tornem gritos e urros nos ouvidos dos adversários em um jogo de playoffs.

 

QUEM DESENCANTA?

Equipe – Charlotte Hornets

Um time que sente a falta de Josh McRoberts !!! Eu poderia escrever apenas essa frase, que seria o suficiente pra demonstrar a frustração sentida por aqueles que acompanham o Hornets nessa temporada – e eu me incluo nesse grupo –, e são os mesmos que viram antes do inicio da temporada como sendo essa a chance do antigo Bobcats se colocar como um postulante ao titulo do então aberto Leste. Então, com quase 15 jogos corridos já dessa temporada, temos um time que se antes dependia fundamentalmente de Kemba e Big Al, se apresentou em na quadra ofensiva com mais um problema, outro Ball handler que necessitava da bola nas mãos para produzir, e que está com o pior aproveitamento da sua carreira nos arremessos de quadra, mas o problema vai além disso, Marvin Willians é uma passarela na defesa, isso num garrafão que já conta com Al Jefferson que simplesmente é NÃO na defesa, ou seja a proteção de aro já começa comprometida, ora, mas quanto a defesa não temos um problema tão grande já que temos Steve Clifford pra dar um jeito nas coisas do seu modo, e sim, ele sabe deus como, consegue manter essa defesa atuando em um nível top10 da NBA, não tanto quanto na temporada passada, o que já era esperado, mas de tal forma que de consegue equilibrar jogos contra os mais complicados oponentes do leste, mas é no outro lado da quadra que está o problema. Bem já temos, um SG que deveria ser o responsável por comandar o banco de Charlotte, temos um SF que tem o arremesso mais feio da última década e que parafraseando Joakim Noah sobre si mesmo “É um arremesso tão feio, que quando cai é uma ofensa aos meus adversários!!”, além dos já citados um PG que é um ótimo criador para si mesmo, mas carece da capacidade de fomentar o jogo para seus companheiros, um SG sobre o qual já foi explanado anteriormente, um PF que não consegue espaçar a quadra, e não tem a mesma qualidade pra movimentar a bola, no que seu antecessor tinha, o que pesa diretamente tudo isso, no rendimento da principal estrela da franquia atualmente, Big Al sofre ao bater cabeça com Willians próximo a cesta, tem menos a bola nas mãos pra trabalhar o seu post game, e quando seu franchise player não está produzindo ao máximo, isso reflete nos resultados, ou seja, uma campanha pífia que até então não bagarita o hornets pros playoffs nem no fraco leste.

Estrela – Trio de Bigmans de Detroit

Uma equipe que tem Greg Monroe, Andre Drummond e Josh Smith está acertando apenas 46% dentro da linha dos 3ptos, e pasmem apenas 29%FG dentro da área pintada, só pra se ter uma idéia o segundo pior colocada – sim, o Sixers, tem 50% de aproveitamento –, tudo bem o perímetro da equipe não colabora pro espaçamento de quadra, o que facilitaria muito a vida dos big mans de Motown, e todos já vimos que ambos jogando juntos, é uma das experiências mais infelizes tentadas na NBA nos últimos anos, e enquanto não chega a trade deadline ou a próxima offseason, nós fazemos o que os amantes de basquete fazem, depositar esperanças em uma equipe que conta com ótimos nomes, mas e a realidade é dura amigos. Detroit com 94.8 Ppp tem o terceiro pior ataque por cada 100 posses de bola só atrás de Philadelphia e Oklahoma City, ou seja, dois pontos fora da curva, em um plano normal de analise esse seria o pior ataque da liga, mesmo contando com nomes de grosso calibre, se não consagradas, ao menos com grandes esperanças e atenções voltadas para elas, e uma vez que já tiverem uma temporada no tubo de ensaio pra tentar um encaixe melhor na rotação, e ainda deixam a desejar é triste pensar no rendimento de um elenco tão virtuoso, mas que sucumbiu a praticamente nada.

 Técnico – David Blatt

Ok, tem uma galera que poderia estar aqui… Mas acima de tudo ainda é cedo pra analisar sistemas táticos e julgá-los eficientes ou não, ou ainda se estão tirando o máximo das peças que o treinador tem a sua disposição. Confesso que pensei muito em colocar Scott Brooks, Flip Saunders, Quin Snyder e até mesmo Byron Scott, mas a questão material humano, e o pouco tempo de trabalho em alguns casos me tiraram esses nomes da mente, sendo que alguns deles mostram boas evoluções em padrões de jogos de seus times nos últimos jogos. Então já que eu me recuso a falar sobre Kevin Love, LeBron James, Kyrie Irving e de como eu odeio essa construção de elenco, sobrou pro cara que teve o pior fardo colocado sobre os ombros na off-season. Sim, o pior lugar para estar nesse momento é no comando técnico desse elenco, motivo? Se o time funcionar, é resultado do talento em quadra, e vc não fez mais que a sua obrigação. Agora meu irmão, se esse time der errado adivinha em quem que a bomba vai cair, é, isso mesmo. E pra contribuir com a “malhação de Judas”, que esta sendo promovida contra o head coach do Cavaliers, tenho que me ater ao que é óbvio nesse time, a falta de capacidade de jogar como uma equipe; Ok, tem varias estrelas que podem decidir a qualquer momento num jogo parelho, mas para chegar nessa situação nos momentos finais é necessário um trabalho árduo durante o jogo, e o que mais me revolta, a total falta de capacidade de David em fazer com que esse time pense como um coletivo, e não apenas no ataque, mas como na defesa onde a entrega de certos jogadores – sim, estou falando com vc LeBron – beira o ridículo, ora esse é o papel de um treinador, se não for capaz de organizar um sistema tático que faça cada jogador produzir ao seu Maximo, que ao menos monte um conjunto solidário que tente vencer jogos juntos, mas a insistência em usar blitzes na defesa e um ataque baseado em alternâncias de LeBron como point foward e Kyrie como eu resolvo eu mesmo, mostra que ao menor sinal de pressão da defesa, dificultando a jogada programada vira um cada um por si e Deus por todos…

 Calouro – Doug McDemortt

O primeiro que falar “ele esta se adaptando a liga, e esta tendo poucas oportunidades” vai levar um tiro, a matemática é simples, vc é o maior scorer do college na sua classe, todos sabem das suas deficiências, mas um equipe troca 2 escolhas pra subir e pegar vc pra ser um scorer vindo do banco, vc tem um obrigação “pontuar!!”. Os 12min que está tendo de jogo são mais que suficientes pra produzir mais que os atuais 3.6Ppg com uma média de 42% de FG e 22.8% de 3pt, médias que não se aproximam das registradas por McBuckets em Creighton , em outras palavras víamos nele um jogador que não importasse como, em que situação, ou contra quem, ele iria pontuar mas estamos vendo um Doug que sim esta sendo inserido num sistema defensivo, está priorizando o passe, aproveitando seu ótimo QI de basquete, mas que não esta entregando o a produção que estabelece o seu real valor como jogador, veremos até quando teremos que esperar pra ver o verdadeiro McBuckets em quadra.

Role Player – Eric Gordon

Confesso que aqui foi outro ponto de discussão pra saber que nome faria mais jus ao posto, Ben McLemore, DeAndre Jordam, Lance Stenphenson e até Kentavious Caldwell-Pope foram nomes que de certa forma me decepcionaram e por isso estavam pesando na minha decisão, mas este é um lugar onde a subjetividade deve orientar mas jamais ser o fiel da balança, opinião é ponto de vista e não verdade absoluta, então parei pra pensar que fosse o jogador que deveria estar em alta pelo padrão de jogo, esquema inserido, situação e todos os outros parâmetros de analise; e sim até cheguei a pensar em Chandler Parsons e seu gordo contrato em Dallas, mas teve outro jogador que offseason foi se desenhando apontava pra ter uma das melhores temporadas da carreira, mesmo vindo de lesão, uma vez que essa seria talvez a última real chance de se provar na NBA: Eric Gordon !!! O SG vindo do New Orleans Pelicans, chegou em 2011 do LA Clippers como sendo a promessa da grande arma de perímetro da equipe, que tinha médias de 20.4Ppg vem cada vez mais mostrando que os 15milhões anuais pagos pelos Pelicans, poderiam ter sido mais bem aproveitados. O jogador de que apesar de ter sofrido com várias lesões ao longo da carreira, sempre foi um grande scorer vem tendo a pior média da carreira em todas as estatísticas sendo seus números 9.4Ppg/2.3Rpg/1.9Apg/1.1Spg/0.2Bpg, nunca desde que o atleta entrou na liga teve média de pontuação inferior a dois dígitos, e mesmo com tempo de quadra razoável em 32minpg, Eric não vem contribuindo para o espaçamento de quadra que New Orleans tanto carece, seu aproveitamento beira o ridículo se comparado com os de sua carreira 39.2%FG e 32.4%3pts enquanto nos 6 anos dele na liga acumula médias de 45%FG e 38%3pt sendo 18.9Ppg. Ok, temos que convir que num elenco recheado de armas ofensivas como é o do Pelicans, é complicado ter uma média de pontuação razoável, adicione o fato da ascensão da jovem estrela Anthony Davis porém se vc compromete 20% da folha salarial da sua franquia, vc tem no mínimo a obrigação de entregar as suas médias de carreira na liga.

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